RSS Feed

Category Archives: Documentários

“Yawar Mallku – La sangre del cóndor”, Jorge Sanjinés (Bolivia, 1969)

1969 Yawar Mallku - Sangre de condor (cub) 01

A través de esta película se pone de manifiesto la historia real sucedida en Bolivia donde una comunidad indígena recibe atención médica de una agencia estadounidense “Cuerpo del Progreso” ( en realidad fue Peace Corps). Esta agencia se encargó de esterilizar a las mujeres indígenas sin su consentimiento ni conocimiento. Además de esta historia en particular sobre el control de los cuerpos en base a una lógica colonialista y patriarcal, esta película muestra toda una matriz de dominación que se pone en marcha en la colonización. Como muestra de ello, este film, inicia con una cita de James Donner en una conferencia en el Instituto Tecnológico de California:

“El habitante de una nación desarrollada no se identifica con el hambriento de la India o Brasil. Vemos a esa gente como una raza o especie distinta y en realidad lo son. Idearemos, antes de cien años, métodos apropiados para deshacernos de ellos. Son simplemente animales -diremos- constituyen una verdadera enfermedad. Resultado: las naciones ricas y fuertes, devorarán a las pobres y débiles”.

Anúncios

La Voz del Viento. Mapuches contra la contaminación petrolera.

La Voz del Viento es un proyecto documental que narra la lucha que vienen llevando las comunidades Mapuche de la Patagonia Norte, en la provincia del Neuquén, contra la ocupación de sus tierras por parte de empresas internacionales de explotación de petróleo.
Tanto la contaminación provocada por estas empresas, como la falta de reconocimiento pleno del Estado de los derechos de los Mapuche profundizan aún más la ruptura en el equilibrio cultural y ecológico ancestral de los pueblos originarios y la tierra.

 

“Al igual que hace mas de 500 años vienen a llevarse las riquezas de nuestros suelos y lo hacen a costa de la vida del pueblo originario”

 

 

 

 

Belo Monte, Anúncio de uma Guerra

Posted on

 

 

Documentário sobre a maior obra de engenharia do país da atualidade, na qual depoimentos a favor e contra Belo Monte apontam para um desastre do ponto de vista ambiental, econômico e social.

Belo Monte é uma usina hidrelétrica que o governo pretende instalar no coração da Amazônia, na Volta Grande do rio Xingu na cidade de Altamira, Pará. O documentário “Belo Monte, Anúncio De Uma Guerra” é um projeto independente e coletivo a respeito desta obra, que foi filmado durante 3 expedições à região do rio Xingu. Trata-se de material riquíssimo sobre os bastidores da mais polêmica obra planejada no Brasil, com imagens de alto impacto e entrevistas com os principais envolvidos na obra, incluindo lideranças indígenas (como o Cacique Raoni e Megaron), o Procurador da República (Dr. Felício Pontes), o Presidente da FUNAI (Márcio Meira) e políticos locais a favor da construção da Usina.

Belo Monte é um projeto de aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas. O projeto contempla um complexo de pelo menos 4 barragens, 2 casas de força, 27 diques, 3 canais de enchimento, 7 canais de transposição e 1 gigantesco canal de derivação que pretende desviar o rio Xingu para reservatórios que alagariam cerca de 516 km² da Floresta Amazônica e propriedades particulares onde o cultivo predominante é o cacau.

Nenhuma terra indígena seria alagada. Entretanto, Belo Monte transformaria os 100 km da Volta Grande do Xingu em um trecho de vazão reduzida e isolado, uma vez que os paredões de concreto da barragem barrariam as aldeias da cidade de Altamira. Com isso, os indígenas não mais poderiam ir de canoa até Altamira, uma pratica frequente e necessária para que recebam tratamentos médicos.

Além disso, a construção da barragem é uma ameaça aos peixes de peixes da Volta Grande do rio Xingu. Nove espécies de peixes raros correm o risco de extinção: Aequidens michaeli, Anostomoides passionis, Astyanax dnophos, Ossubtus xinguense, Parancistrus nudiventris, Pituna xinguensis, Plesiolebias Altamira,Simpsonichthys reticulatus e Teleocichla centisquama.

Como se não bastasse essa tragédia, o peixe representa 90% da proteína ingerida pelo povo local e é este dado que relaciona Belo Monte a um potencial genocídio. Isto porque, especialistas e caciques tradicionais prevêem que, ao se reduzir a vazão do rio na Volta Grande, os peixes morrerão, pois o rio é pedregoso e tem a sua temperatura elevada em muitos graus quando seu nível está baixo. Por esse motivo, também a Associação de Pescadores de Altamira é contra o empreendimento. A falta de peixes terá grande impacto na economia local e poderá gerar situações de fome. Atualmente, o empreendedor e o governos federal ignoram por completo essa possibilidade.

O aumento populacional nas cidades de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio a Uruará representa um dos mais problemáticos impactos socioambientais do empreendimento, uma vez que o empreendedor não cumpriu as condicionantes básicas que preparariam tais municípios para receber a onda migratória. Hoje já é possível constatar os impactos sofridos por estas cidades em decorrência da já iniciada migração ocasionada por Belo Monte, tais como: aumento no índice de violência, prostituição, alcoolismo e tráfico de drogas. Se formado o lago de Belo Monte, tais municípios também sofrerão com aumento de doenças de veiculação hídrica e por insetos, tais como dengue e malária.

“Com Belo Monte Altamira poderá se tornar uma península doente rodeada por um lago podre sem peixes. (…) Pessoas famintas, sem moradia, violentas e prostituídas… É um destino triste para a população local”.

Don Erwin Klauter – bispo da prelazia do Xingu.

Apesar de seu alto custo e grandiosa dimensão, Belo Monte é considerada um projeto de engenharia ruim e extremamente ineficiente. Embora possua um potencial de 11.182 Megawatts, Belo Monte não produzirá mais do que 4.000 Megawatts devido à sazonalidade do rio Xingu. Além disso, as linhas de transmissão da energia gerada na usina nunca foram orçadas e seu custo, assim como seu traçado, ainda são uma incógnita para os brasileiros. Especialistas prevêem que poderá custar o mesmo valor da obra, ou seja, cerca de R$ 30 bilhões.

Impactos socioambientais foram subdimensionados pelo empreendedor, de modo que, ao contrário do que os defensores da usina divulgam, a energia gerada por Belo Monte é, na realidade, caríssima. Este alto preço se dá, igualmente, por força da alta importância do rio Xingu como fonte de água, alimentos e, principalmente, devido à preciosidade dos povos ancestrais que dele dependem para sobreviver.

Então por que construir Belo Monte?

Mais informações: http://www.belomonteofilme.org

Somos Viento (2013)

Posted on

Somos Viento es un documental que muestra los procesos de resistencia  de campesinxs por causa del megaproyecto del “Parque eólico San Dionisio del Mar” en el Istmo de Tehuantepec, Oaxaca (México). A pesar de que la energía eólica forme parte de las llamadas “energías verdes” desde este documental se muestra como entidades transnacionales se suman a las tendencias del “capitalismo verde” realizando megaproyectos que no tienen en cuenta los territorios y sus comunidades. A través de los testimonios de las comunidades de de San Dioniso del Mar, San Mateo del Mar, Alvaro Obregon y Juchitan se desmantelarán los entramados del “desarrollo verde”.

 

Link: http://somosvientodocumental.wordpress.com/

Por un B’aktun Descolonizado (2012), Guatemala

Posted on

Documental realizado desde una crítica al Estado criolocéntrico de Guatemala y las “nuevas” propuestas del capitalismo neoliberal basado en políticas como el capitalismo verde o las políticas de “integración” de los pueblos indígenas. De esta manera, este documental explora esas voces “otras” desde donde se apuesta por una deconstrucción del Estado-nación. En este sentido, es una apuesta por la descolonización de Guatemala, rechazando las medidas reformistas del capitalismo y visibilizando otras prácticas y saberes de los pueblos indígenas las cuales han de formar parte de la reconstitución de Guatemala.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Título: “Por un b’aktun descolonizado”
Procedencia: Guatemala
Año: 2012
Duración: 46 min
Formato: HD
Dirección: Henry Morales, Domingo Hdez. Ixcoy, Ana Bueno
Producción: Movimiento Tzuk Kim Pop
Co-producción: Uk’uxb’e
Guión: Henry Morales, Domingo Hdez. Ixcoy, Carlota Muñoz
Equipo de comunicación: Ana Bueno, Darinel Camposeco, Carlota Muñoz

Una cruz en la selva: Guinea

Documentos audiovisuales sobre la antigua colonia española de Guinea Ecuatorial, realizados en su mayoría con carácter informativo y educativo. Contiene: “Al pie de las Banderas” (Premio Mejor documental del Ejército 1946), “En Medio de la Selva a la Caza del Gorila”, “Una Cruz en la Selva”, “La Puerta Entornada”, “Al Andar se hace Camino”. Imágenes que muestran las diferentes obsesiones coloniales del momento: imagen idílica de la tarea civilizadora de España, la añoranza de los tiempos imperiales, el ensañamiento en la caza de animales salvajes, la labor evangelizadora, etc.

Autor: Jean Pierre Gambarotta, 2006.

guinea

Disponible en: Colonial Dream

 

Videoteca Pós-colonial. Documentários

Afrique 50, René Vautier, Francia 1950

l220xh308_afrique_50-5a7df1

África 50 es la primera película francesa anticolonialista. Fue un encargo de la Liga Francesa de Enseñanza para mostrar a los alumnos la misión didáctica realizada en las colonias francesas de África Occidental. Una vez allí, el realizador, que tenía solo 21 años, decidió rodar otra realidad. Es una fuerte crítica al sistema colonial francés ubicado en Costa de Marfil. La película estuvo prohibida más de 40 años y René Vautier fue encarcelado durante varios meses.