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Monthly Archives: Maio 2013

Belo Monte, Anúncio de uma Guerra

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Documentário sobre a maior obra de engenharia do país da atualidade, na qual depoimentos a favor e contra Belo Monte apontam para um desastre do ponto de vista ambiental, econômico e social.

Belo Monte é uma usina hidrelétrica que o governo pretende instalar no coração da Amazônia, na Volta Grande do rio Xingu na cidade de Altamira, Pará. O documentário “Belo Monte, Anúncio De Uma Guerra” é um projeto independente e coletivo a respeito desta obra, que foi filmado durante 3 expedições à região do rio Xingu. Trata-se de material riquíssimo sobre os bastidores da mais polêmica obra planejada no Brasil, com imagens de alto impacto e entrevistas com os principais envolvidos na obra, incluindo lideranças indígenas (como o Cacique Raoni e Megaron), o Procurador da República (Dr. Felício Pontes), o Presidente da FUNAI (Márcio Meira) e políticos locais a favor da construção da Usina.

Belo Monte é um projeto de aproveitamento hidrelétrico em terras indígenas. O projeto contempla um complexo de pelo menos 4 barragens, 2 casas de força, 27 diques, 3 canais de enchimento, 7 canais de transposição e 1 gigantesco canal de derivação que pretende desviar o rio Xingu para reservatórios que alagariam cerca de 516 km² da Floresta Amazônica e propriedades particulares onde o cultivo predominante é o cacau.

Nenhuma terra indígena seria alagada. Entretanto, Belo Monte transformaria os 100 km da Volta Grande do Xingu em um trecho de vazão reduzida e isolado, uma vez que os paredões de concreto da barragem barrariam as aldeias da cidade de Altamira. Com isso, os indígenas não mais poderiam ir de canoa até Altamira, uma pratica frequente e necessária para que recebam tratamentos médicos.

Além disso, a construção da barragem é uma ameaça aos peixes de peixes da Volta Grande do rio Xingu. Nove espécies de peixes raros correm o risco de extinção: Aequidens michaeli, Anostomoides passionis, Astyanax dnophos, Ossubtus xinguense, Parancistrus nudiventris, Pituna xinguensis, Plesiolebias Altamira,Simpsonichthys reticulatus e Teleocichla centisquama.

Como se não bastasse essa tragédia, o peixe representa 90% da proteína ingerida pelo povo local e é este dado que relaciona Belo Monte a um potencial genocídio. Isto porque, especialistas e caciques tradicionais prevêem que, ao se reduzir a vazão do rio na Volta Grande, os peixes morrerão, pois o rio é pedregoso e tem a sua temperatura elevada em muitos graus quando seu nível está baixo. Por esse motivo, também a Associação de Pescadores de Altamira é contra o empreendimento. A falta de peixes terá grande impacto na economia local e poderá gerar situações de fome. Atualmente, o empreendedor e o governos federal ignoram por completo essa possibilidade.

O aumento populacional nas cidades de Altamira, Anapu, Brasil Novo, Vitória do Xingu, Senador José Porfírio a Uruará representa um dos mais problemáticos impactos socioambientais do empreendimento, uma vez que o empreendedor não cumpriu as condicionantes básicas que preparariam tais municípios para receber a onda migratória. Hoje já é possível constatar os impactos sofridos por estas cidades em decorrência da já iniciada migração ocasionada por Belo Monte, tais como: aumento no índice de violência, prostituição, alcoolismo e tráfico de drogas. Se formado o lago de Belo Monte, tais municípios também sofrerão com aumento de doenças de veiculação hídrica e por insetos, tais como dengue e malária.

“Com Belo Monte Altamira poderá se tornar uma península doente rodeada por um lago podre sem peixes. (…) Pessoas famintas, sem moradia, violentas e prostituídas… É um destino triste para a população local”.

Don Erwin Klauter – bispo da prelazia do Xingu.

Apesar de seu alto custo e grandiosa dimensão, Belo Monte é considerada um projeto de engenharia ruim e extremamente ineficiente. Embora possua um potencial de 11.182 Megawatts, Belo Monte não produzirá mais do que 4.000 Megawatts devido à sazonalidade do rio Xingu. Além disso, as linhas de transmissão da energia gerada na usina nunca foram orçadas e seu custo, assim como seu traçado, ainda são uma incógnita para os brasileiros. Especialistas prevêem que poderá custar o mesmo valor da obra, ou seja, cerca de R$ 30 bilhões.

Impactos socioambientais foram subdimensionados pelo empreendedor, de modo que, ao contrário do que os defensores da usina divulgam, a energia gerada por Belo Monte é, na realidade, caríssima. Este alto preço se dá, igualmente, por força da alta importância do rio Xingu como fonte de água, alimentos e, principalmente, devido à preciosidade dos povos ancestrais que dele dependem para sobreviver.

Então por que construir Belo Monte?

Mais informações: http://www.belomonteofilme.org

Somos Viento (2013)

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Somos Viento es un documental que muestra los procesos de resistencia  de campesinxs por causa del megaproyecto del “Parque eólico San Dionisio del Mar” en el Istmo de Tehuantepec, Oaxaca (México). A pesar de que la energía eólica forme parte de las llamadas “energías verdes” desde este documental se muestra como entidades transnacionales se suman a las tendencias del “capitalismo verde” realizando megaproyectos que no tienen en cuenta los territorios y sus comunidades. A través de los testimonios de las comunidades de de San Dioniso del Mar, San Mateo del Mar, Alvaro Obregon y Juchitan se desmantelarán los entramados del “desarrollo verde”.

 

Link: http://somosvientodocumental.wordpress.com/

II Coloquio del Centro de Investigaciones y Estudios en Teoría Poscolonial

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El Centro de Investigaciones y Estudios en Teoría Poscolonial convoca al envío de resúmenes para su II Coloquio, Materialidades (Pos)coloniales y de la (de)colonialidad latinoamericana. Los mismos deberán abordar algún aspecto de la materialidad colonial, poscolonial o de la (de)colonialidad en América Latina, desde cualquier disciplina de las humanidades o ciencias sociales.
 
 
 
Nos interesan especialmente aquellos trabajos que puedan mostrar el impacto de la cultura material en la articulación de perspectivas críticas tanto sobre situaciones coloniales como poscoloniales y decoloniales, y también aquellos trabajos que indaguen en las tensiones que emergen al yuxtaponer representación/discurso y materialidad en situaciones (pos)coloniales y (de)coloniales en nuestra región.
 
 
 
Proponemos reflexionar sobre las siguientes preguntas: ¿Qué es lo que se entiende por cultura material en nuestras respectivas disciplinas y abordajes?  ¿Cómo es que la cultura material en cualquiera de sus formas, interpela, atraviesa y tensiona los discursos crítico teóricos-sobre el colonialismo y la colonialidad en América Latina? ¿Qué perspectivas crítico-teóricas emergen del diálogo entre abordajes filosóficos y de análisis de discurso con aquellas disciplinas marcadas por la materialidad de sus objetos de estudio?
 
 
 
Invitamos al envío de resúmenes que dialoguen con los siguientes ejes:
 
 
●  Estado de la cuestión de los estudios de la cultura material en el contexto
del debate colonial,   poscolonial o decolonial
 
●  Materializaciones de las colonialidad en la vida social y cultural: estratificaciones sociales, políticas e históricas
 
●  Cuerpos (pos)coloniales: estéticas del horror, del terror y la violencia en el cine, la literatura, el arte, la arquitectura de América Latina
 
●  Materialidades artísticas: obras visuales, escritas, artefactos culturales, relatos ilustrados, poesías, diseños gráficos y sus despliegues desde el siglo XVI hasta el XX. Desafíos conceptuales y retóricos a la colonialidad instalada en el campo cultural de América Latina
 
●  Materialidad y religión en situaciones (pos)coloniales y decoloniales
 
●  Cuerpos enterrados. Recuperación de restos humanos indígenas. Materialidad y políticas de memoria, verdad, justicia
 
●  Colonialidad, territorio y sujetos en discursos sobre miedo y seguridad en Latinoamérica
 
●  Lugares de memoria de la colonialidad: lugares comunes de la nación, ciudades (pos)coloniales, artefactos culturales, monumentos y lugares de (des) memoria
 
●  Abstracciones de la materialidad (pos)colonial en las disciplinas
  
 
 
Invitados confirmados
 
 
ALEJANDRO DE OTO
INCIHUSA CONICET Mendoza, CIETP
 
JOSÉ ANTONIO MAZZOTTI
Tufts University, Estados Unidos, CIETP
 
GUSTAVO VERDESIO
University of Michigan, Estados Unidos, CIETP
 
MARIELA RODRÍGUEZ
FLACSO, UBA, CONICET
 
 
 
Enviar resúmenes a  cietp_unr@ hotmail.com
 
En un archivo adjunto (.doc o .rtf, por favor no enviar archivos en .docx),
guardado bajo título APELLIDODEL AUTOR.doc o APELLIDODEL
AUTOR.rtf (por ej. González.doc o González.rtf), incluir:
 
1) Título
2) Resumen (200 palabras, en castellano)
3) Palabras clave (en castellano)
 
Fecha límite para la recepción de resúmenes: 30 de agosto, 2013
Fecha límite para la recepción de ponencias: 18 de octubre, 2013
 
La propuesta será evaluada y se comunicará su aceptación antes del 15 de setiembre de 2013.
 
Costo de la inscripción
 
Aranceles
 
Expositores/as: Podrá abonarse en la inscripción durante el Coloquio
Nacionales $ 300
Nacionales Estudiantes $ 200
América Latina U$S 65
Otros U$S 100
 
Asistentes: Será abonado durante los días del Coloquio
Nacionales $ 150
Nacionales Estudiantes $ 100
América Latina U$S 20
Otros U$S 30
Información disponible en: http://cietp.blogspot.com.es/
 

Seminário Internacional Violências, Memórias e Justiças no tempo presente

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Divulgamos o Seminário Internacional a realizar-se no CES, Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, no dia 21 de maio, 2013.

Programa:

10h00 – Apresentação: Maria Paula Meneses

10h15-11h30  | Estado, violências políticas, guerras e repressão: a política de produção, gestão e reconhecimento de memórias e vítimas/afetados
Chair: Silvia Maeso (CES)
Gabriel Gatti (UPV)
Margarida Calafate Ribeiro (CES)
11h30-12h00 Discussão

12h00-14h00 Almoço

14h00-15h30 | As histórias do depois
Chair: Catarina Gomes (CES)
Bruno Sena Martins (CES)
Sheila Khan (Universidade do Minho)
15h30-16h00 Discussão

Coffee Break

16h15-17h00 |  Arquivos, memórias e História na literatura e no cinema
Chair: Maria Paula Meneses (CES)
António Sousa Ribeiro (CES) [* a confirmar]
Fabrice Schurmans (CES)
Diana Andringa (CES)
Claúdio Tomás (U. Agostinho Neto/ISCTE)
Miguel Cardina (CES)

Para mais informações sobre atividades associadas ao Seminário, ver aqui: http://www.ces.uc.pt/eventos/index.php?id=7339&id_lingua=1

Colóquio Internacional Conhecimento e Ciência Colonial

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Divulgamos o Colóquio Internacional a decorrer em Lisboa na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, de 27 a 29 de novembro de 2013.

A chamada de abstracts termina a 5 de julho. Para mais informações ver http://coloquiocienciacolonial2013.wordpress.com/, onde se poderá fazer o download das instruções do envio.

Horizontes Antropológicos 41 – Antropologia e Políticas Globais Chamada de artigos

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Organizadores: Ondina Fachel Leal e Guilherme W. Radomsky

Data-limite para apresentação de artigos: 31 de agosto de 2013

Lançamento: junho de 2014

A proposta temática deste número de Horizontes Antropológicos abarca os subtemas: Antropologia das agências internacionais; regime global de propriedade intelectual, movimentos sociais e propostas alternativas; outros regimes globais e suas agendas na área de desenvolvimento, saúde e/ou meio ambiente e respectivas políticas públicas e gestões locais.

O objetivo é agregar trabalhos e constituir uma discussão antropológica que aborde o papel de agências multilaterais (tais como OMC, OMS, Banco Mundial, Fundo Global, entre outras) na formulação de regimes jurídicos e políticas globais e transnacionais; as diversas modalidades de cooperação internacional e desenvolvimento e o papel de agências ou fundações filantrópicas privadas com atuação internacional, a rede de organizações não governamentais que se constituem em torno destas, a assim chamada “global civil society”. O objetivo é o de problematizar os modos como diferentes organizações enfrentam os dilemas e assimetrias inerentes a este campo, e as desigualdades ou dinâmicas expressas em dicotomias tais como Norte e Sul; desenvolvimento/em desenvolvimento; e global e local.

Este número da revista Horizontes Antropológicos está aberto às diferentes possibilidades de abordagens e perspectivas antropológicas no tratamento do tema Políticas Globais, trabalhos na tradição etnográfica serão especialmente incentivados.

Link: http://www.ufrgs.br/ppgas/ha/

Comunicações Congresso de Filosofia Jovem, Granada.

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Informamos que já se encontram disponíveis on line os textos das comunicações que vão ser debatidas na mesa DESEO – ‘Descolonizar os desejos?’ – do 50º Congresso de Filosofia Jovem, Granada, 5-8 junho. http://horizontesdecompromiso.wordpress.com/pensar/deseo/comunicaciones-3/

ALICE- Coloquio Internacional

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Un sentimiento de agotamiento ensombrece a Europa. Aparentemente, el viejo continente está sin capacidad para repensar su pasado y proyectar su futuro.

Durante siglos, la hegemonía política, económica y cultural europea y occidental eliminó todas las posibilidades de aprendizaje recíproco con otras regiones, culturas y tradiciones del mundo. Impidió que se contextualice el conocimiento científico y se dialogue críticamente con epistemologías y modos de vida distintos a los occidentales, muchos de ellos respetuosos de la naturaleza y del ser humano como un todo espiritual, religioso y político.

Hoy Europa está en una encrucijada. Una encrucijada que obliga a descubrir un pasado erigido en el mito de una “excepción” y emerge como una oportunidad para pensar nuevas posibilidades de transformación y de emancipación globales. Por así decirlo, el mundo en su conjunto está hoy más libre y con mayor disponibilidad para reflexionar sobre las diferentes formas, espacios y procesos de conocimiento y de acción que componen su infinita diversidad. Este coloquio pretende responder a esta oportunidad y este desafío

El coloquio Epistemologías del Sur parte de dos ideas:

  1. La eventual crisis final de la hegemonía europea y occidental abre la posibilidad para nuevos caminos de transformación y emancipación sociales construidos a partir de aprendizajes más plurales y recíprocos.
  2. Esta posibilidad solo se concretizará a partir de epistemologías muy distintas de las que fundaron y legitimaron la hegemonía europea y occidental. Tales epistemologías son las epistemologías del Sur, es decir, un conjunto de iniciativas de producción y de validación de conocimiento y de saber desde las experiencias de una vasta mayoría de la población del mundo que sufrió las sistemáticas injusticias causadas por el capitalismo, el colonialismo y el patriarcado.

Este coloquio desafía a sus participantes a considerar que la comprensión del mundo es mucho más amplia que la comprensión occidental del mundo y que, por tanto, las posibilidades de emancipación social pueden ser distintas de las que fueron legitimadas por el canon occidental. En el fondo, el desafío radica en que no precisamos de alternativas, sino de un pensamiento alternativo de alternativas.

Creemos que asumiendo estas premisas será posible una reflexión más profunda y capacitadora sobre las experiencias emancipadoras en el sur y en el norte globales protagonizadas por movimientos sociales e intelectuales-activistas.

¿Puede el sur antiimperial enseñar algo al norte global?

¿Puede el norte global enseñar algo que no esté marcado por siglos de colonialismo y neocolonialismo, de imperialismo y de supremacía étnico-racial?

¿Pueden ambos aprender de tal modo que un día no haya sur ni norte?

Las respuestas a estas cuestiones permitirán construir propuestas teóricas y de acción que confronten eficazmente las lógicas de explotación, opresión y exclusión globales.

El coloquio internacional “Epistemologías del Sur: Aprendizajes globales Sur-Sur, Sur-Norte y Norte-Sur” es un momento privilegiado para reflexionar de manera conjunta y compartir experiencias y perspectivas alternativas y emancipadoras.

Ejes temáticos:

El coloquio está estructurado en torno a los siguientes cuatro ejes temáticos, en los que contamos con la participación de estudiosos y activistas del norte y del sur globales:

a)  Democratizar la democracia: nuevas formas de “democracia de alta intensidad” y articulaciones entre diferentes formas de deliberación democrática en un horizonte de interculturalidad y de demodiversidad.

b)  Constitucionalismo transformador, interculturalidad y reforma del Estado: constitucionalismo experimental y poscolonial, surgido en las luchas populares, que rompe con los presupuestos de unidad, uniformidad y homogeneidad del Estado moderno eurocéntrico.

c)   Otras economías: formas de organización económica no capitalistas, en el horizonte de una economía plural centrada en una nueva relación entre seres humanos y entre éstos y la naturaleza.

d) Derechos humanos y otras gramáticas de la dignidad: derechos y deberes entre humanos y entre humanos y no humanos, partiendo de una perspectiva intercultural que va más allá de las dicotomías convencionales entre universalismo y relativismo cultural, entre colectivismo e individualismo, entre sociedad y naturaleza.

Para presentación de ponencias en el Coloquio:

–     Presentación de resumen: máximo de 250 palabras.

–       Fecha límite de envío: 28 de febrero de 2014.

–       Fecha de información sobre aceptación o no: 31 de marzo de 2014.

–  Precio de inscripción: 150 euros hasta el 30 de abril de 2014 (posterior al 30 de abril de 2014, 250 euros) / Estudiantes: 75 euros hasta el 30 de abril de 2014 (posterior al 30 de abril de 2014, 100 euros).

Para enviar la propuesta debe utilizar el formulario que se encuentra en la siguiente dirección:

http://www.ces.uc.pt/eventos/alice_coloquio/?lang=es

Contacto: alicecoloquio@ces.uc.pt

Más información y consultas en el sitio web de ALICE: http://www.alice.ces.uc.pt

  1. Chamada de Propostas – Colóquio Internacional ALICE
  2. Call for Papers – ALICE International Colloquium

Decolonizing Gender: Call for Submissions

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Unsettling America

Content submissions or suggestions can be sent to unsettlingamerica@riseup.net

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Por un B’aktun Descolonizado (2012), Guatemala

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Documental realizado desde una crítica al Estado criolocéntrico de Guatemala y las “nuevas” propuestas del capitalismo neoliberal basado en políticas como el capitalismo verde o las políticas de “integración” de los pueblos indígenas. De esta manera, este documental explora esas voces “otras” desde donde se apuesta por una deconstrucción del Estado-nación. En este sentido, es una apuesta por la descolonización de Guatemala, rechazando las medidas reformistas del capitalismo y visibilizando otras prácticas y saberes de los pueblos indígenas las cuales han de formar parte de la reconstitución de Guatemala.

 

 

FICHA TÉCNICA:

Título: “Por un b’aktun descolonizado”
Procedencia: Guatemala
Año: 2012
Duración: 46 min
Formato: HD
Dirección: Henry Morales, Domingo Hdez. Ixcoy, Ana Bueno
Producción: Movimiento Tzuk Kim Pop
Co-producción: Uk’uxb’e
Guión: Henry Morales, Domingo Hdez. Ixcoy, Carlota Muñoz
Equipo de comunicación: Ana Bueno, Darinel Camposeco, Carlota Muñoz